PANDEMIA DO MEDO

Vírus chinês foi cavalo de Tróia na democracia

Cristian Derosa · 17 de Abril de 2020 às 12:07

Policiais controlando entradas, drones patrulhando praias, cidadãos sendo monitorados por seus geolocalizadores e sendo presos quando circulam nas ruas. Toda a tecnologia disponível está sendo aplicada para o serviço do controle social, da observação e alerta

Na Coréia do Sul, informa o jornal português Público, autoridades terão acesso aos dados dos cartões de crédito dos cidadãos para observar suas movimentações e identificar possíveis cadeias de transmissão do vírus. Em Singapura, de acordo com o jornal The New York Times, o ministro da Saúde divulgou informações privadas dos contaminados com vírus chinês para “delatar” ao público com quem aquela pessoa teve contato próximo.

A China já utiliza softwares de reconhecimento facial, equipamento que, apesar de cobiçado por ocidentais para uso na segurança pública, sempre sofreu grande rejeição e suspeita em países democráticos. Mas, sendo parte da solução chinesa para a pandemia, considera-se. Informa ainda o Público que o governo chinês atribuiu um código QR aos cidadãos, classificando-os como “verde”, “amarelo” ou “vermelho”, de acordo com o risco de contágio. 

A própria China está aproveitando a pandemia para dar um upgrade nos seus sistemas de controle da população...