ELEIÇÕES

“O Brasil nunca esteve tão perto do abismo”, diz Fernão Lara Mesquita

Redação BSM · 25 de Setembro de 2022 às 17:04

Em vídeo dirigido a quem pretende anular o voto, jornalista afirma que a volta de Lula significaria a ruína da liberdade e da democracia no Brasil

 



O jornalista Fernão Lara Mesquita, ex-diretor do Grupo Estado de S. Paulo, divulgou pelas redes sociais um vídeo com um alerta sobre as eleições presidenciais do próximo domingo. Mesquita, um “jornalista da época em que a imprensa era contra a censura e em que a liberdade de expressão e pensamento era algo sagrado”, afirma que hoje estamos mais próximos do que nunca da “China, da Rússia e do Irã e de outros países bandidos que só usam a tecnologia da informação como instrumento de opressão”.

“O WhatsApp de todos os brasileiros é diariamente monitorado por Alexandre de Moraes, que só assim consegue pegar aqueles que escolhe para Cristo, e usa nessa caçada os cães de faro das redações da imprensa”, diz o jornalista. “É por isso que eu suspendi a minha hesitação em gravar um vídeo como este, porque o momento está pedindo ações drásticas. Nunca essa onda negra se levantou tão alto na história do Brasil.”

Diante deste momento grave e decisivo, Fernão Lara Mesquita propõe que os eleitores indecisos ou que pretendem anular o voto façam um teste diante de si mesmos. “Faça esse teste diante do espelho, sozinho. Pergunte a si mesmo: O que está ferindo a sua sensibilidade neste momento? Por que você se incomoda com aquele presidente que veio em Eldorado Paulista, pela picada da internet, e não pela carruagem da mídia? De que modo a fala dele arranha os seus ouvidos? Ponha a mão na consciência e veja o que provoca a sua reação de antipatia ao presidente. Pergunte a você mesmo se você tem alguma coisa contra alguma ação do Bolsonaro ou você está se deixando levar pela opinião dos outros? Você acha mesmo que Bolsonaro é mesmo um bandido? Que ele é um ladrão maior do que aquele que o Banco Mundial classifica como o maior assaltante de povos de todos os tempos? Bolsonaro é mesmo uma ameaça à democracia? Quem foi que ele censurou? Quem foi que ele prendeu? Quem foi que ele desmonetizou? Quem foi que ele proibiu de trabalhar? Foi ele que com o Mensalão dissolveu sistematicamente o Congresso Nacional para plantar no lugar dele o STF que anula sem dar satisfação a ninguém qualquer decisão votada e aprovada pelos 513 representantes eleitos dos 150 milhões de eleitores brasileiros? Quando você pensa em votar no Lula ou anular seu voto – o que a essa altura dá no mesmo –, você está sendo sincero consigo mesmo ou está dando ouvidos à conversa das CNNs da vida, que não noticia nem a sua própria expulsão da Nicarágua pelo ditador instalado pelo Lula com dinheiro roubado do Brasil?”

Fernão Lara Mesquita prossegue dizendo que votar em Lula ou anular o voto significa entregar de novo o Tesouro Nacional ao PT, “que financiou todas as ditaduras latino-americanas que foram arrancadas do túbulo pelas bruxarias de Luan Santana que elegeu Lula depois uma duro depois do Daniel Ortega depois a Cristina Cristina e toda a corte que hoje no cerca com dinheiro roubado do Brasil”.

Votar no PT ou anular o voto, para o jornalista, significa confirmar “o cancelamento do Poder Judiciário brasileiro pelas mãos do Dr. Fachin, o advogado do MST que Dilma enfiou no Supremo para anular a sentença de nove juízes de três instâncias do Judiciário, tirar o Lula na cadeia e metê-lo na porta da Presidência”. Fernão Mesquita observa que a diferença entre os governos do PT e os de outros partidos é que eles não aceitam ir embora depois de que deixam o governo. “O governo do PT, quando não mata, aleija.”

“Nada do que foi decidido segundo a lei está livre ter o mesmo destino que teve a condenação do Lula. Tudo que for decidido pelo Executivo ou pelo Legislativo poderá ser anulado pelos advogados de porta de cadeia enfiados no STF pelo lulismo”, diz Mesquita. “É por isso que faltando uma semana para eleição, Lula nem se tocou de publicar o programa de governo. Porque não precisa! É o mesmo de sempre. Eles já tentaram três vezes passar o mesmo golpe, que foi impedido sempre na última hora”.

“Se o Brasil não devolver o Lula para onde ele merece, eu não sei quantas décadas nos vamos levar para nos curar disso. Se você votar no Lula, ou anular o voto – o que é a mesma coisa –, você estará dizendo: ‘É isso aí! Rouba mesmo! Prende mesmo! Arrebenta mesmo!’ O Brasil nunca esteve tão perto do abismo. Pense nisso muito seriamente antes de apertar aqueles botõezinhos da urna.”
 

 


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