REAÇÕES ADVERSAS

Menina de 11 anos morre 4 dias após tomar vacina contra covid-19

Hélio Costa Jr. · 12 de Abril de 2022 às 14:46

Izabella recebeu a vacina no dia 4 de abril e poucos dias depois começou a sentir fortes dores de cabeça, vindo à óbito no dia 8 de abril

Em Londrina, no Paraná, Izabella da Silva, uma menina de 11 anos, veio à óbito quatro dias após ser inoculada com a vacina contra covid-19. De acordo com relatos, a garota teria sido ameaçada pela direção da escola onde estudava. A direção da escola teria dito que, caso Izabella não tomasse a vacina, seus pais seriam denunciados ao Conselho Tutelar e ela seria afastada de seus pais, informou o deputado estadual Ricardo Arruda (PL-PR).

Izabella recebeu a vacina no dia 4 de abril, poucos dias depois começou a sentir fortes dores de cabeça, vindo à óbito no dia 8 de abril, apenas quatro dias após a vacinação.

Em vídeo publicado em suas redes sociais, o deputado Arruda afirma que o Ministério Público do Paraná emitiu um ofício direcionado à todas as escolas, exigindo que os pais de crianças não vacinadas fossem denunciados ao Ministério Público. O ofício foi redigido elas promotoras Suzana Lacerda, Joselaine Andrade Serra e Révia de Paula Luna, de Londrina.

Ricardo Arruda denunciou o caso em um discurso na Assembleia do estado.

"Izabella, uma menina sadia, sem nenhuma comorbidade, com a saúde perfeita, seus pais não queriam vaciná-la, mas a direção da escola pressionou, ameaçando fazer denunciar junto ao conselho tutelar, conforme orientado pelo Ministério Público do Paraná, que ela  poderia perder seus pais", afirmou o deputado durante pronunciamento Assembleia Legislativa do Paraná.

"Os pais não queriam vacinar a criança – olha o que fizeram – pegaram ela, a diretoria da escola e falaram que, se não fosse vacinada, seus pais seriam denunciados ao Conselho Tutelar, conforme orientado pelo Ministério Público. Você pode perder seus pais, disseram para ela. A criança chegou em casa apavorada e pediu ao pai que a liberasse para vacinar", relata o deputado, que mantém contato com os pais de Izabella".

"Tem comprovação de que foi a vacina", pergunta o deputado, respondendo em seguida que ainda não há, pois o exame demora quatro meses para ficar pronto. Em seguida, citando o médico Roberto Zeballos, é informado ao público que, segundo dados do CDC e FDA, entidades americanas, o índice de sobrevivência de crianças infectadas pela covid-19 é de 99,99%, enquanto os efeitos adversos da vacinação são conhecidos, entre eles, miocardite.

No ofício, emitido pelo Ministério Público do Paraná, o MP recomenda que "por ocasião da matrícula e rematrícula de crianças e vante de vacinação obrigatória, nesta incluída a vacina contra o Covid-19 para aqueles que estiverem na faixa etária de 05 a 17 anos de idade, em conformidade com a Lei Estadual no 19.534 e a Instrução Normativa Conjunta no 01/2018 – SEED/SESA; ou justifiquem o impedimento".

No mesmo documento, fica definido que "para aquelas situações em que a matrícula para o ano letivo de 2022 já foi efetivada, deverá o estabelecimento de ensino notificar os pais ou responsáveis para que encaminhem, imediatamente, à escola o respectivo comprovante de vacinação ou regularize a situação no prazo máximo de 30 (trinta) dias; ou justifiquem o impedimento."

 


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