INTERNACIONAL

Democratas tentam associar candidato republicano a supremacistas e são pegos na mentira

Leandro Ruschel · 1 de Novembro de 2021 às 12:35

Tudo parecia ir bem para a campanha de difamação se não fosse por um fator importante: um dos integrantes da manifestação racista foi reconhecido como um ativista democrata!

Na última semana, na cidade de Charlottesville, Virginia, houve um acontecimento inusitado num evento pró-republicano em apoio ao candidato Glenn Youngkin. Um grupo de homens brancos segurando tochas, simbolicamente associadas a movimentos supremacistas, foi alvo de atenção após descoberto o verdadeiro enredo por trás daquela cena. 

Durante toda a manifestação dos supostos republicanos em apoio ao KKK, os democratas,para se beneficiarem politicamente do ocorrido, utilizaram a notícia para apontar o dedo e dizer: “Vocês veem? Eles são racistas, como bem dissemos e vocês não acreditaram! O que dizer para defender esses monstros, agora?”. E tudo parecia ir bem para a campanha de difamação se não fosse por um fator importante: um dos integrantes da manifestação racista foi reconhecido como um ativista democrata!

Para a surpresa de zero pessoas, mais tarde, o Lincoln Project, organização política criada por marqueteiros ex-republicanos, com o intuito de produzir oposição de baixo nível contra Donald Trump, assumiu a autoria da ação, fazendo todos os militantes de redação e políticos de esquerda apagarem suas matérias e posts, e como num passe de mágica, toda calúnia havia sido deletada. 

Entre denúncias de desvio de dinheiro para consultorias para membros do grupo e acusações de assédio sexual, Lincoln Project recebeu 80 milhões de dólares de doadores democratas para difamar e destruir a imagem de Trump nas eleições de 2020. E o agravante; o líder do projeto, John Weaver, após ser acusado de assédio sexual contra integrantes do projeto (incluindo menores de idade), acabou fazendo com que cofundadores do projeto abandonassem a organização após um escândalo tão repugnante.

Estamos esperando as redes sociais bloquearem as contas da organização responsável por causar tanta desinformação eleitoral. Mas pelo que se aparenta, é bom esperarmos sentados, pois estamos lidando com crimes cometidos pelos amigos do rei, apoiados pelo partido democrata e a imprensa militante. Ou alguém tem dúvidas sobre o desfecho do caso se tal ação fosse promovida pela militância conservadora?

Não é só no Brasil que dois pesos e duas medidas ocorrem. Os Estados Unidos não fogem à regra. Desde 2016, a tese de que a eleição de Trump foi manipulada por agentes russos se espalhou como um vírus político usado pela esquerda. E, mesmo depois de nitidamente desmentida a teoria, não vimos um veículo de informação sequer se retratar perante a falsa notícia.

Nesse caso, a imprensa, custosa a aceitar a vitória de conservadores, cria todo tipo de justificativa para descredibilizar sua eleição. Brexit, a eleição de Trump e em seguida a eleição de Bolsonaro no Brasil. Todos esses acontecimentos inéditos fizeram a esquerda detentora do controle midiático ficar em prontidão para deter seus inimigos custe o que custar, censurando e perseguindo, desinformando a população inconsciente e deformando os valores da sociedade pela máquina cultural. 

De um lado, temos os oligopólios tecnológicos que controlam a internet atuando como agentes de CENSURA e filtragem da verdade, operando em conjunto com jornalistas "profissionais", que usam a mídia tradicional e as agências de “checagem de fatos” para determinar a “verdade”, como na distopia orwelliana. E por outro, o próprio Estado, através da perseguição policial contra quem ousa criticar o establishment.

No Brasil, o processo já está mais avançado. Nos EUA, ainda há um grande empecilho, chamado Primeira Emenda, além de força política ainda suficiente para mantê-la de pé, apesar do intenso movimento para derrubá-la, usando como desculpa a luta contra "fake news" e "discurso de ódio". Na Banânia, já temos políticos e jornalistas presos por “crime” de opinião.

Quando um governo tenta destruir as liberdades individuais a pretexto de uma suposta “justiça social”, o que se segue é o que já vimos na Rússia após 1917, na Alemanha em 1933, e em regimes de Tsé-Tungs e Pol Pots, Castros e Jong-uns. E há quem defende esse pensamento ditatorial!

Hoje, ainda há um agravante: a tecnologia permite o controle total das pessoas. Ou seja, não será necessário gulags e campos de concentração para impor um regime ditatorial. Se por um lado isso representa menos violência, por outro, há a criação de uma prisão sem muros, onde muitos presos nem mesmo percebem a sua própria condição.

 


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