CONSPIRAÇÃO ABERTA

Como a elite financeira abastece os jornais com suas narrativas

Cristian Derosa · 4 de Agosto de 2020 às 19:33

Jornais servem de assessoria de imprensa para fundações internacionais e suas agendas de interferência externa e controle da sociedade

Desde que os grandes capitalistas perceberam o risco de se manter a comunicação livre e submetida ao critério popular, grandes somas de dinheiro vêm sendo investidas na correção do que Herbert Schiller chamou de “equilíbrio informacional”, que acabou sendo relegado a uma “lógica capitalista”, aproximando a informação de uma mercadoria, isto é, com liberdade de troca. Isso, para eles, é perigoso para a sociedade. Com seu benévolo poder, essa elite financeira se oferece para administrar a informação para nós.

Hoje um dos mais conhecidos investidores desse “equilíbrio” é o magnata George Soros, que numa entrevista ao Roda Viva disse acreditar na existência de uma curva histórica em direção à liberdade, mas admitiu que deseja “forçar essa curva” com seu dinheiro. Nesse espírito, o milionário abastece jornais do mundo inteiro com suas narrativas geopolíticas e meta-históricas. É a discordância ou crítica aos postulados globalistas o critério de definição do que é ou não é “fake news”.

Nesta segunda-feira, diversos veículos trataram do mesmo tema, como que sinalizando um acontecimento: a publicação de um estudo sugerindo uma diminuição da criminalidade nas favelas do Rio, resultado inquestionável da proibição de operações policiais durante a pandemia, de autoria do ministro Edson Fachin...